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Mostrando postagens de maio, 2018

A crise existencial e seus delírios.

     Bem, aqui estou eu sentado no meu sofá, assistindo ao bailar suave dos meus 25 anos se esvaindo lentamente como final de neblina duma manhã típica de outono. Não me afligiria tanto se certas inquietações não passassem de mera superestimação de minha parte. Decerto tudo parece estar entrando em pane mundo afora, e tudo me arrasta para um estágio desconhecido do "agora". Tenho amigos que já não vejo há mais de sete anos; de fato, há pessoas importantes em minha história de vida que já não vejo pessoalmente há muitos anos. Não me pergunto, entretanto, o que fazem elas da vida, visto que as redes sociais estreitaram os laços entre a humanidade. Creio eu, no extremo da minha humildade que o problema começa quando nossas memórias mais vívidas dessas pessoas (geralmente as memórias dos últimos contatos antes das bifurcações do acaso) se chocam com a realidade dissemelhante que já nos circunda lá fora sem ao menos percebermos. Acontece aí o que classifico como um "choqu...